togel online situs togel online bandar togel online terpercaya situs bandar togel online resmi terpercaya bandar togel online agen togel online bandar togel situs togel lingtogel togel hk

Economias Transformadoras



Inscrição R$ 15,00 - 'pagamento na secretaria da instituição ou via PIX CHAVE: 01201203000109, enviar comprovante para (44) 99124-2681'


Serão realizados oito encontros online com três horas de duração, cujo objetivo é introduzir diversos atores/atrizes nas temáticas através do rompimento entre a dualidade: teoria e prática apresentada por meio da pedagogia da educação popular: ao provocar o diálogo, a politicidade e o inacabamento como possibilidade e potencialidades de mudança. Um “curso vivo”, ou seja, assim como nós, seus agentes está desperto a n! desenvolvimentos, saberes e mudanças. Em cada encontro uma das temáticas será instaurada para um processo de reflexão, seguido de experiências compartilhadas das/dos convidadas/os intensificando a existência de práticas transformadoras. Cujo cronograma se dará da seguinte forma:

Data Título
02/10 Educação popular e sua relação com os Movimentos Sociais Contemporâneos
16/10 Economia Popular Solidária – Contextualização Histórica e seus Princípios Momento Experiências compartilhadas com Maria Clara Thenorio
23/10 Economia Popular Solidária – Formas de organização Momento Experiências compartilhadas com Rosiany Silva
06/11 Economia Popular Solidária – Fundos Solidários e estratégias de educação financeira para a base Momento experiências compartilhadas com Maria Adélia Alves
13/11 Economia(s) feminista(s) e Economia do cuidado
20/11 Agroecologia e Bem Viver Experiências compartilhadas com Rafael Crozatti com Economia de Clara e Francisco
27/11 Economias dos bens comuns
04/12 Momento experiência compartilhada com visita à Cooperativa. Debate de possíveis convergências entre as propostas de economias transformadoras
Referências norteadoras: FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 60ª. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 57ª. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2018. FREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967. HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo Martins Fontes, 2013. GOSS, Karine Pereira Goss. PRUDENCIO, Kelly. O conceito de movimentos sociais revisitado. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, nº 1 (2), janeiro-julho 2004, p. 75-91. Disponível em:. Acesso em: 05 mar. 2021. GOHN, Maria da Glória. Movimentos Sociais e Redes de Mobilizações Civis no Brasil Contemporâneo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. SAWAIA, Bader. AS ARTIMANHAS DA EXCLUSÃO: ANÁLISE PSICOSSOCIAL E ÉTICA DA DESIGUALDADE SOCIAL Petrópolis, RJ: Vozes, 3º Ed. 2001. SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária .1ª ed. – São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2002. LANZA, L. M. B. et al. Dicionário popular de economia solidária. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2014. SILVA, S. L. P. Histórico da economia solidária no Brasil. In: CONGRESSO DE PESQUISADORES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA. São Carlos: Diagrama Editorial, 2018. SILVA, S. P. Dinâmicas da economia solidária no Brasil: organizações econômicas, sociais e políticas públicas. Brasília: IPEA, 2020. BERTUCCI, Ademar de Andrade; SILVA, Roberto Marinho Alves da . 20 Anos de Economia Popular Solidária – Trajetória da Cáritas Brasileira dos PAC’s à EPS – 1ª Edição – CARITAS BRASILEIRA, 2003. BORINELLI, Benilson et. al. (Orgs.). Economia solidária em Londrina aspectos conceituais e experiência institucional. Londrina: UEL, 2010. 224 p. III PLENÁRIA NACIONAL DA ECONOMIA SOLIDÁRIA. CARTA DE PRINCIPIOS. 2003. Disponível em:. Acesso em: 05 set 2021. FÓRUM BRASILEIRO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA (FBES). Disponível em: . Acesso em: 05 set 2021. GÊNERO E NÚMERO e SOF, Sempreviva Organização Feminista (Orgs.). Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia.2020. Disponível em: < http://mulheresnapandemia.sof.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Relatorio_Pesquisa_SemParar.pdf >. Acesso em: 05 set 2021. BOHN, Liana. Inserção feminina na teoria e na prática: ensaios sob o olhar da economia feminista. Tese (Doutorado) - Curso de Economia, Centro Sócio-econômico, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2017. Cap. 2. Disponível em: . Acesso em: 08 mar. 2019. CALDERÓN, A.A. Repensando la Economía Feminista desde las propuestas de(s)coloniales. Revista de Economía Crítica, n. 22, p. 92- 107, 2016. Disponível em: .Acesso em: 07 mar. 2019. CARRASCO, Cristina. A sustentabilidade da vida humana: um assunto de mulheres. In: CARRASCO, Cristina. Cadernos Sempreviva: – Ensaios de Economia Feminista. São Paulo: Sempreviva - Organização Feminista, 2003. p. 11-49. Disponível em: . Acesso em: 08 mar. 2019. ENRÍQUES, Corina Rodríguez. Economía feminista y economía del cuidado: Aportes conceptuales para el estúdio de la desigualdade. Nueva Sociedad, n. 256, marzo-abril de 2015. Disponível em: . Acesso em: 05 nov. 2018. FRASER, Nancy. Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era “póssocialista”. Cadernos de Campo. São Paulo, n. 14/15, 2006. HILLENKAMP, Isabelle; GUÉRIN, Isabelle; VERSCHUUR, Christine. A economia solidária e as teorias feministas: possíveis caminhos para uma convergência necessária. Sempreviva Organização Feminista, São Paulo, out. 2016. Tradução de: Nathalia Capellin. Disponível em: . Acesso em: 28 fev. 2019. SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES. O que é autonomia Econômica? Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres. Disponível em: < http://www.spm.gov.br/arquivos-diversos/acesso-a-informacao/perguntas- frequentes/perguntas-frequentes-sae/o-que-e-autonomia-economica>. Acesso em: 23 maio 2018. CAPORAL, Francisco Roberto; AZEVEDO, Edisio Oliveira de (Orgs.) Princípios e perspectivas da Agroecologia. Instituto Federal de Educação, Ciência e tecnologia do Paraná. 2011. CAPORAL, Francisco Roberto; COSTABEBER, José Antônio. Agroecologia: alguns conceitos e princípios.24 p. Brasília : MDA/SAF/DATER-IICA, 2004 ARTICULAÇÃO NACIONAL DE AGROECOLOGIA (ANA). Disponível em:. Acesso em 05 set 2021. AGROECOLOGIA EM REDE. Disponível em: < https://agroecologiaemrede.org.br/>. Acesso em 05 set 2021. ACOSTA, Alberto. O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Autonomia Literária, 2016. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed., 1. reimpr. – Brasília: Ministério da Saúde, 2014. INSTITUTO PROCOMUM. Disponível em: . Acesso em: 05 set 2021. COMUNIDADE ABERTA. Disponível em: Acesso em: 05 set 2021. COREDEM. Os Bens Comuns, modelo de gestão dos recursos naturais. Ed. n°2. Coleção Passerelle. Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (CNUDS) - RJ. 2012.

No início do curso será oferecido aos participantes a oportunidade de escrever um resumo expandido sobre as diversas temáticas desenvolvidas durante o curso e que terá o prazo de final de submissão no dia 13/12/2021 no email: nupex.facmga@gmail.com e terá as seguintes normas técnicas para elaboração dos resumos expandidos:

  • Os resumos expandidos deverão ser apresentados em arquivo do Word, com no mínimo 3 e máximo 5 páginas de conteúdo, sem cômputo das referências;
  • Página deverá ser configurada em A4, com margens superior, e direita, 3 cm; margens inferior e esquerda, 2 cm;
  • Texto: Justificado, Fonte Times New Roman, corpo 12 e espaço entrelinhas 1,5, recuo inicial de parágrafo 1,5 cm;
  • Título e subtítulo: caixa alta, negrito, recuado à esquerda, numerados na sequência, corpo 12;
  • Autoria (máximo 4 autores): à direita, com nome completo; qualificação em nota de rodapé;
  • Resumo: máximo 250 caracteres com espaço, contendo objetivo, metodologia e resultados; justificado, espaço simples, corpo 12;
  • Palavras-chave: no máximo 5 (cinco) e separadas por ponto e vírgula;
  • Os resumos expandidos deverão conter: introdução, análise e comentário do conteúdo, considerações finais e referências;
  • Citação direta com até três linhas: inserida no parágrafo, entre aspas;
  • Citação direta com mais de três linhas: com recuo de 4 cm, parágrafo separado, corpo 10, espaço simples de entrelinhas;
  • Citação de fonte por meio do sistema AUTOR-DATA;
  • Referências: obrigatória ao final do texto, em ordem alfabética, corpo 12, Fonte Times New Roman, espaço simples entrelinhas;
  • Número de páginas: à direita, no final da página.




Faculdade Maringá © 2022